O Brasil registrou, ao longo da última década, sucessivas reduções na taxa de analfabetismo entre a população com 15 anos ou mais. Apesar dos avanços, o país ainda contabilizava cerca de 8,4 milhões de pessoas que não sabiam ler e escrever em 2025.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o levantamento, a maior concentração de pessoas analfabetas está na Região Nordeste, que reúne 57,4% do total registrado no país. O cenário evidencia os desafios ainda existentes para a universalização da educação e para a redução das desigualdades regionais.
Especialistas destacam que, embora os indicadores apresentem melhora ao longo dos anos, a erradicação do analfabetismo continua sendo uma das metas prioritárias das políticas públicas educacionais, especialmente entre a população mais idosa e em regiões historicamente mais vulneráveis.
Os números reforçam a importância de investimentos contínuos em educação, alfabetização de jovens e adultos e ampliação do acesso ao ensino em todas as regiões do país.
Fonte: IBGE – Pnad Contínua.






