O governador interino do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, ordenou a realização de uma auditoria em todos os contratos firmados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado. A medida foi tomada após vir à tona um convênio de R$ 25 milhões entre a corporação e o Instituto Rio Metrópole (IRM) para a implantação de um sistema de monitoramento de desastres naturais.
O IRM é alvo de investigações por suspeita de corrupção, e a relação de proximidade entre o comandante-geral dos Bombeiros, Tarciso Salles, e o então presidente do instituto, Davi Perini Vermelho, também motivou a decisão do governo. Em nota, o Corpo de Bombeiros informou que o acordo foi cancelado e não teve prosseguimento após análises internas da própria instituição.






