O sistema de pagamentos instantâneos Pix possibilitou uma economia direta de R$ 117 bilhões para consumidores e empresas no Brasil em seus primeiros cinco anos de operação.
O impacto econômico tem se intensificado. Somente entre janeiro e setembro de 2025, a economia registrada foi de R$ 38,3 bilhões, valor que já supera a economia total de R$ 33 bilhões verificada ao longo de todo o ano de 2024.
Os dados são de um levantamento elaborado pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC). De acordo com o estudo, a economia é impulsionada por dois movimentos principais:
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A queda consistente no uso das Transferências Eletrônicas Disponíveis (TEDs).
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A migração crescente das transações de pessoas para empresas (P2B) para o Pix, cuja tarifa é significativamente menor em comparação com a do débito.
O MBC estima que cada operação realizada via Pix evita, em média, cerca de R$ 0,60 em custos ao sistema financeiro nacional. A metodologia do levantamento compara os custos que o país teria se as operações de TED e débito continuassem predominantes com o volume real de transações via Pix.
Fonte: CNN Brasil.
Foto by InfoMoney.






