Desde os primeiros alertas de chuvas intensas no Rio de Janeiro, a Defesa Civil Nacional tem atuado em estreita colaboração com a Defesa Civil do estado, demonstrando um esforço conjunto para minimizar os impactos das fortes tempestades.
A ação teve início com o monitoramento constante dos órgãos de meteorologia, que já na segunda-feira (1º) alertaram para o risco de chuvas extremas. O Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), elevou o nível de atenção e convocou uma reunião preparatória com mais de 250 representantes de órgãos municipais, estaduais e federais.
Com o agravamento da situação em Angra dos Reis, o Cenad intensificou o acompanhamento em tempo real, fornecendo suporte técnico e operacional à Defesa Civil local. O reconhecimento sumário da Situação de Emergência pelo Governo Federal no domingo (06) garantiu a agilidade no repasse de recursos para ações de socorro e assistência humanitária.
A ferramenta Defesa Civil Alerta, desenvolvida pelo Governo Federal, desempenhou um papel crucial ao enviar alertas antecipados para cidades como Angra dos Reis e Petrópolis, permitindo que a população se preparasse e se protegesse.
Apesar dos desafios orçamentários herdados, o Governo Federal, por meio da recomposição orçamentária garantida pela PEC da Transição, assegurou os recursos necessários para atender prontamente a população afetada.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) destinou aproximadamente R$ 14,6 milhões para ações de socorro e assistência em 12 municípios fluminenses, entre 2023 e 2024. Os recursos foram utilizados para custear alimentação, abrigamento, aluguel de veículos, kits de limpeza e higiene pessoal, além de água mineral para as vítimas dos desastres.
O Governo Federal reafirma seu compromisso com a proteção da população fluminense, atuando de forma integrada com estados e municípios para garantir uma resposta rápida, eficaz e solidária diante das emergências.






