Morre Gélcio Cunha, o “Amarelinho da Globo” e ícone do rádio brasileiro

Rio de Janeiro, RJ – Faleceu nesta segunda-feira, 8 de setembro, aos 71 anos, o jornalista e radialista Gélcio Cunha. Conhecido como o “Amarelinho da Globo”, ele foi um dos grandes nomes do rádio brasileiro. Natural de Além Paraíba, em Minas Gerais, ele estava internado no Hospital Rio Laranjeiras, onde tratava a síndrome de Wallenberg.

Gélcio Cunha dedicou mais de 30 anos de sua carreira ao Sistema Globo de Rádio. Sua trajetória incluiu passagens por importantes emissoras como Rádio Capital, Tupi, Nacional e SulAmérica Paradiso FM 95,7. Ele era respeitado por sua ética profissional, carisma e dedicação.

Carreira e legado

Nascido em 12 de maio de 1954, Gélcio era filho do fotógrafo Guanair Cunha e da educadora Carmem Cunha. Sua paixão pela comunicação começou na adolescência, quando atuou como comentarista esportivo na Rádio Cultura de Porto Novo.

Além do rádio, Gélcio teve uma atuação relevante no setor público, trabalhando no Tribunal Regional Eleitoral e nas prefeituras do Rio de Janeiro e de Além Paraíba. Ele também foi assessor de imprensa em campanhas eleitorais de destaque, como a do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

O jornalista Sidney Rezende o descreveu como um profissional dedicado e inovador, lembrando de sua criatividade e de suas ideias. Gélcio também era pianista, apaixonado por música e entusiasta do carnaval.

Mesmo com a carreira consolidada no Rio, ele nunca se desligou de Além Paraíba, sua cidade natal, que visitava com frequência. Em 2000, chegou a concorrer ao cargo de prefeito do município. Gélcio Cunha deixa a esposa, Rita, e dois filhos, Jaqueline e Diego, além de um legado de profissionalismo e amor pela comunicação.

Fonte: Agora de Além Paraíba.

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