O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oficializou, na noite desta quarta-feira (25), a decisão de que a escolha do novo governador do Rio de Janeiro será realizada por meio de eleição indireta. A determinação, confirmada após a emissão de uma certidão pela Corte, deve ser cumprida imediatamente pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), estabelecendo que o novo mandatário cumprirá o período restante do mandato até o fim de 2026.
A definição do formato de votação era aguardada com expectativa devido à crise institucional que atingiu o estado após a perda de mandato e a declaração de inelegibilidade de Cláudio Castro. Como toda a linha sucessória direta do governo estadual também foi impactada por decisões judiciais, o TSE precisou intervir para determinar o rito de sucessão, concluindo que a votação não será aberta à população, mas sim conduzida pelos deputados estaduais dentro da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ).
A decisão marca um momento histórico e raro na política fluminense, exigindo que as articulações entre os partidos na ALERJ se intensifiquem nos próximos dias para a formação das chapas que disputarão o Palácio Guanabara via Legislativo.






